segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Homens perdem peso mais fácil porque têm até 20% mais massa muscular

Massa magra é motor do corpo e ajuda maior parte das reações químicas. Na menopausa e andropausa, a testosterona cai e a gordura aumenta.

Os homens têm mais massa magra que as mulheres, motivo pelo qual perdem peso com mais facilidade. Isso porque os músculos são o motor do corpo e promovem a maior parte das reações químicas que transformam nutrientes em energia, o que garante a queima calórica.

Nas células musculares, organelas chamadas mitocôndrias são responsáveis pelo gasto energético. Os músculos também ajudam no metabolismo basal, que é a queima do organismo em repouso, necessária para manter o funcionamento dos órgãos vitais. Quando os homens diminuem a ingestão de alimentos e fortalecem a massa magra, aumentam ainda mais esse gasto.

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Segundo os endocrinologistas Alfredo Halpern e João Eduardo Salles, a mulher concentra mais gordura no quadril, culote, bumbum, coxas, cintura e seios. Já a silhueta masculina é mais marcada na barriga.
Quando entram na menopausa, as mulheres ganham ainda mais massa gorda, que costuma se acumular no abdômen. Como o ovário para de funcionar, cai a produção de testosterona, hormônio masculino que ajuda no crescimento dos músculos.
Os homens também costumam aumentar de peso na andropausa, porque, assim como as mulheres, sofrem uma redução na produção de testosterona, adquirindo massa gorda e perdendo a magra.
O metabolismo pode ser acelerado com a atividade física, mas não é possível saber quanto tempo ele fica acima do nível, pois isso depende da intensidade do exercício.
Para aumentar o metabolismo basal e queimar calorias até dormindo, os médicos recomendaram controlar a alimentação, fazer atividade aeróbica e também musculação. Dormir bem também ajuda. Segundo Salles, quem descansa pouco e mal reduz até 36% a taxa de metabolismo basal e acaba engordando mais.
Além disso, receber leite materno na infância previne a obesidade na vida adulta, de acordo com Halpern.


quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Torneio de Futsal ADENA


A ADENA (Associação de Escolas do Nordeste Alentejano), que engloba as escolas do Conselho de Castelo de Vide e Marvão, organizou mais um torneio de futsal. Decorreu durante a tarde do dia 30/11/2011, no pavilhão municipal de Castelo de Vide.

Participaram 3 equipas e a nossa escola venceu os três jogos.
Jogaram:
2º ciclo Masculino
Venceu 4-0
  • José Tapadejo
  • Abel Guerra
  • Rodrigo Prezado (2 golos)
  • João Silva
  • Adônes Nascimento
  • David Mendes (2 golos)
  • Ruben Fernandes

3º Ciclo Feminino
Venceu 4-0
  • Ana Junceiro
  • Ana Cruz (3 golos)
  • Ana Reis
  • Bárbara Barradas
  • Sónia Barroqueiro
  • Mariana Gavetanho (1 golo)
3º Ciclo Masculino
Venceu 5-2
  • Luís Barroqueiro
  • Luís Rolo
  • Rui Rato (2 golos)
  • Pedro Turíbia (1 golo)
  • Renato Picado
  • Rodrigo Fernandes (1 golo)
  • Miguel Viegas (1 golo)
  • Luís Silva
  • Francisco Cunha

    domingo, 16 de outubro de 2011

    Portugueses sentem-se cansados e com falta de energia

    Resultados do estudo analisados pela endocrinologista Isabel do Carmo Emprego, falta de exercício físico e alimentação pouco saudável fazem com que metade dos portugueses sintam cansaço e falta de energia, dá conta um estudo realizado em 14 países europeus, ao qual a agência Lusa teve acesso.

    Em Portugal, o estudo decorreu entre 16 e 29 de Novembro e contou com a participação de 500 indivíduos com idades entre 25 e 65 anos.
    Em declarações à agência Lusa, a endocrinologista Isabel do Carmo, que analisou os resultados do estudo, revelou que, “o objetivo do estudo foi avaliar como é que as pessoas se sentem na vida quotidiana em relação à sua saúde, forma de estar, postura, estado mental e quais as razões que atribuem a algum mal-estar que têm”.

    O estudo também apurou que 47% da população portuguesa sente-se cansada ou com falta de energia. Os principais motivos apontados pelos inquiridos são o emprego (62%), falta de exercício físico (54%) e alimentação pouco saudável (44%).

    A endocrinologista chama atenção para o facto de estas pessoas serem jovens adultos (grupo etário com mais de 55 anos representa só 7% dos inquiridos) e, eventualmente, sem doenças, queixarem-se de cansaço (58%), falta de energia e de não terem tempo livre.

    Para os inquiridos, praticar mais exercício físico (52%), ter mais tempo para si próprio (50%) e comer de forma mais saudável (44%) seriam as três principais formas de aumentar o sentimento de equilíbrio emocional e de saúde.

    De acordo com Isabel do Carmo, este estudo é um “alerta" e “teremos que ver se estas pessoas poderão ter falta de alguns nutrientes (vitaminas e sais minerais) e se isso lhes pode melhorar um pouco todas as queixas que têm". A mesma especialista acrescentou ainda que, “numa vida quotidiana em que as pessoas estão sujeitas a stress e a esforço, a alimentação saudável e o exercício físico terão que ser formas de compensação”.

    ALERT Life Sciences Computing, S.A

    Dieta rica em gordura e açúcares nos primeiros anos de vida pode afetar QI

    Estudo publicado no “British Medical Journal”


    Uma dieta rica em gorduras e açúcares durante os primeiros anos de vida pode afetar o desenvolvimento de quociente de inteligência (QI) das crianças, revela um estudo divulgado no “British Medical Journal”.

    Estas conclusões foram baseadas nos dados de um estudo que avaliou 14 mil crianças nascidas no Reino Unido, entre 1991 e 1992, e que pretendia fazer o acompanhamento a longo prazo da saúde dos participantes. Para o estudo, os pais responderam a questionários detalhados sobre o tipo de comida e bebida que os filhos comeram no terceiro, quarto, sétimo e oitavo ano de vida.

    As crianças foram submetidas periodicamente ao teste de inteligência Wechsler, que revelou que aquelas cuja dieta era pouco saudável tinham um QI mais baixo. Foi verificado que os padrões de alimentação entre os quatro e os sete anos não tiveram impacto sobre o nível de inteligência das crianças, mas sim o tipo de dieta entre os zero e os três anos.

    Segundo o estudo, citado pela agência Lusa, os especialistas advertem que esses estudos sugerem que "os efeitos cognitivos relacionados com os hábitos alimentares no início da vida podem persistir mesmo se fosse alterada a dieta". No entanto, os especialistas afirmam que estes resultados são "modestos" e recomendam novas pesquisas para entender melhor o efeito sobre a inteligência que pode ter um determinado tipo de dieta numa idade avançada.

    ALERT Life Sciences Computing, S.A.

    Gravidez: dieta pouco saudável tem impacto a longo prazo na saúde da criança

    A adoção de uma dieta pouco saudável durante a gravidez aumenta o risco de a criança vir a sofrer de diabetes tipo 2, um fator que contribui para o desenvolvimento de cancro e doenças cardiovasculares, sugere um estudo publicado na “Proceedings of the National Academy of Sciences”.


    ALERT Life Sciences Computing, S.A


    In: http://www.obesidade.online.pt/images/stories/dieta_na_gravidez.pdf

    Já está perfeitamente estabelecido que fatores ambientais interagem com os genes ao longo da vida, afetando a expressão desses mesmos genes e, consequentemente, a função dos tecidos e o risco de doença. A dieta durante os períodos críticos de desenvolvimento, como acontece durante os nove meses da gravidez, tem sido apontada como um desses fatores ambientais. A epigenética, que se refere a modificações do ADN que regulam a expressão de um gene, tem sido sugerida como a responsável por estes efeitos.

    Contudo, ainda não se sabe ao certo qual o mecanismo que controla a interação entre a dieta adotada durante a gestação e a expressão de certos genes nos bebés, durante a vida adulta.

    Estudos anteriores já haviam indicado que o gene Hnf4a desempenha um papel importante durante o desenvolvimento do pâncreas e, mais tarde, na produção de insulina. Desta forma, os investigadores da University of Cambridge, no Reino Unido, colocaram a hipótese de a dieta adotada durante a gravidez influenciar a expressão deste gene mais tarde na vida, e consequentemente, o risco de diabetes. Para testar esta teoria os investigadores liderados por Susan Ozanne utilizaram um modelo animal, onde a alteração do conteúdo proteico da dieta da mãe durante a gravidez conduzia ao desenvolvimento de diabetes tipo 2 nas crias, na idade adulta.

    O estudo revelou que a expressão do gene Hnf4a é regulada pela dieta materna através de modificações epigenéticas do ADN. Adicionalmente, foi também constatado que uma dieta pobre aumenta a taxa de acumulação destas alterações epigenéticas ao longo do processo de envelhecimento.

    Em comunicado de imprensa, Susan Ozanne revelou que “o que é mais interessante é que estamos agora a começar a entender realmente como é que a nutrição durante os primeiros nove meses de vida pode moldar a nossa saúde a longo prazo, influenciando o modo como as células do nosso corpo envelhecem.” Assim, os investigadores reforçam a necessidade de as mulheres grávidas adotarem uma alimentação saudável e equilibrada durante a gravidez.

    sábado, 16 de julho de 2011

    Distúrbios alimentares surgem cada vez mais cedo e também nos rapazes

    Crianças de seis anos hospitalizadas com anorexia e cada vez mais rapazes preocupados com o peso. Investigadores lançam alerta.

    A anorexia e outras doenças do comportamento alimentar começam a surgir cada vez mais cedo. Crianças em idade escolar, algumas com apenas seis anos, estão a ser afectadas pela obsessão do peso e da magreza. Algumas precisam mesmo de internamento para poderem ser tratadas. No Reino Unido, a anorexia está a afectar 1,5 crianças em cada 200 mil, um valor muito superior ao que se supunha. 
    O alerta vem do London's Institute of Child Health. 
    Um outro estudo revelou, além disso, que os rapazes começam também a ser cada vez mais afectados, ou seja, os distúrbios alimentares deixaram de ser problemas de raparigas adolescentes. 16 por cento dos rapazes com idades entre os dez e os 12 anos revela esse tipo de doenças, sobretudo bulimia, enquanto entre as raparigas da mesma idade a percentagem é de dez por cento. Estes resultados foram apresentados no Journal of Clinical Nursing.



    in: http://www.mae.iol.pt/criancas/peso-alimentacao-anorexia-saude/1262885-5539.html