quinta-feira, 12 de março de 2015
Campeonato distrital de Ténis de Mesa
Decorreu no dia de ontem o campeonato distrital de Ténis de Mesa.
Em Sousel estiveram presentes os melhores alunos das diversas séries. Os nossos alunos apurados, que competiram na série A (escolas de Castelo de Vide, Crato e Nisa) foram:
A prestação dos alunos foi bastante satisfatória notando-se uma evolução técnica e táctica ao longo do ano letivo.
Os melhores resultados foram:
Carolina Videira - 3º lugar - Infantil A feminino.
Catarina Calixto - Campeã distrital - Iniciado Feminino
João Bonacho, José Tapadejo e Rodrigo Carlos - Campeões distritais - Iniciados Masculinos por equipa.
Os alunos campeões distritais conseguiram também o apuramento para os campeonatos Regionais que se realizarão em Évora nos próximos dias 24, 25 e 26 de abril.
Para consultar mais fotografias carregue aqui.
Em Sousel estiveram presentes os melhores alunos das diversas séries. Os nossos alunos apurados, que competiram na série A (escolas de Castelo de Vide, Crato e Nisa) foram:
4ºA - Filipe Branco
4ºA - Margarida Tapadinhas
4ºA - Carolina Videira
4ºA - Rodrigo Caldeira
4ºB - Vladimir Orekhov
6ºB - David Conchinha
7ºB - João Bonacho
8ºA - Rodrigo Carlos
9ºA - Arlindo Ricardo
9ºA - José Tapadejo
9ºB - Catarina Calixto
A prestação dos alunos foi bastante satisfatória notando-se uma evolução técnica e táctica ao longo do ano letivo.
Os melhores resultados foram:
Carolina Videira - 3º lugar - Infantil A feminino.
Catarina Calixto - Campeã distrital - Iniciado Feminino
João Bonacho, José Tapadejo e Rodrigo Carlos - Campeões distritais - Iniciados Masculinos por equipa.
Os alunos campeões distritais conseguiram também o apuramento para os campeonatos Regionais que se realizarão em Évora nos próximos dias 24, 25 e 26 de abril.
Para consultar mais fotografias carregue aqui.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Resultados Corta Mato distrital
No passado dia 2 decorreu em Nisa mais um corta mato distrital.
Num dia que fez aumentar o grau de dificuldade deste tipo de prova devido às más condições climatéricas (temperaturas baixas aliadas ao vento e à chuva) os nossos alunos representaram o nosso agrupamento e o concelho de Castelo de Vide.
A equipa de iniciados que no ano passado ficou qualificada em 1º lugar (participando na prova de âmbito nacional) este ano ficou-se pela segunda posição, realizando ainda assim uma excelente prova.
Equipa composta por (ordem alfabética):
Todos os resultados podem ser consultados aqui.
Aceda a outras fotografias do evento aqui.
Num dia que fez aumentar o grau de dificuldade deste tipo de prova devido às más condições climatéricas (temperaturas baixas aliadas ao vento e à chuva) os nossos alunos representaram o nosso agrupamento e o concelho de Castelo de Vide.
A equipa de iniciados que no ano passado ficou qualificada em 1º lugar (participando na prova de âmbito nacional) este ano ficou-se pela segunda posição, realizando ainda assim uma excelente prova.
Equipa composta por (ordem alfabética):
Alfredo Barroqueiro
Daniel Alberto
David Mendes
João Conchinha
José Tapadejo
Ricardo Relvas
Todos os resultados podem ser consultados aqui.
Aceda a outras fotografias do evento aqui.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
Corta Mato distrital
No próxima segunda feira, dia 2, os alunos em baixo referidos, irão participar no corta mato distrital que se irá realizar em Nisa.
domingo, 14 de dezembro de 2014
5 coisas que você precisa saber sobre a atividade física e o cérebro
Cérebros inteligentes vão querer praticar
Dizer que a atividade física faz bem para a saúde mental já
é quase um clichê. Ela combate desde alguns tipos de dores de cabeça
relacionadas à tensão muscular até sintomas da depressão. Inúmeras são as
conclusões de estudos evidenciando conquistas positivas associadas à prática da
atividade física regular. Isso sem contar os benefícios já consagrados, como o
controle da hipertensão arterial, o combate ao sedentarismo, a redução das
taxas de gorduras e açúcares no sangue, fatores que sabidamente podem levar a
doenças vasculares com graves consequências cerebrais. Se não houver contra
indicações, a atividade física é, sem sombra de dúvida, um hábito fundamental
para o desenvolvimento do cérebro e sua proteção. Confira a seguir cinco
informações importantes, levantadas a partir de estudos e fontes de pesquisa
confiáveis, sobre os efeitos da atividade física no cérebro. Será que ela
é sempre benéfica?
1. Praticar exercícios físicos me deixa mais
inteligente?
Sim. Em alguns estudos, descobriu-se que a prática de exercícios
produz novos neurônios e aumenta a atividade cerebral. Portanto, sentar-se por
horas e horas em uma cadeira, estudando, parece não ser a única receita para
ficar “mais inteligente”: o exercício também pode ajudar. As atividades
aeróbicas (correr, caminhar, andar de bicicleta, nadar) são eficientes no
aumento do fluxo sanguíneo cerebral e na produção das substâncias químicas que
regulam o sistema neurotransmissor. Os neurônios existentes se tornam capazes
de fazer mais conexões e outros novos nascem (aquela história de que paramos de
produzir células neurais na infância não é verdade).
Com a atividade física, novos neurônios surgem especialmente
no hipocampo. Ao caminhar ou correr, não melhoramos apenas o funcionamento dos
sistemas muscular, respiratório e cardíaco, mas também a cognição,
especialmente a memória e a aprendizagem. Essa é a conclusão de pelo menos dois
estudos, cujos títulos originais são Aerobic exercise improves hippocampal
function and increases BDNF in the serum of young adult males e Exercise
Induces Hippocampal BDNF through a PGC-1α/FNDC5 Pathway.
Os especialistas dizem ainda que aproximadamente trinta
minutos de caminhada, três vezes por semana, já impacta positivamente na
cognição logo no primeiro mês. O cérebro passa a funcionar melhor e fica mais
preparado para armazenar informações. Estaria decretado assim o fim da
hegemonia intelectual dos nerds, pelo menos aqueles que passam horas e
horas sentados à mesa de estudos?
2. Apenas exercícios leves produzem benefícios para o
cérebro?
Não. Qualquer tipo de exercício é potencialmente benéfico
para o sistema nervoso. Sabe-se que sua prática faz você se sentir mentalmente
mais alerta em qualquer idade, mas alguns estudos procuraram identificar se é
necessário seguir algum programa de treinamento específico para melhorar a
função cognitiva. Nessa linha, uma pesquisa canadense realizada na Universidade
de Geriatria de Montreal (UGM), instituição afiliada à Universidade de
Montreal, comparou os efeitos de diferentes métodos de treinamento sobre as
funções cognitivas de pessoas com idades entre 62-84 anos. Dois grupos
receberam um programa de treinamento de força e aeróbico de alta intensidade,
enquanto que o terceiro grupo realizou tarefas que visavam atividades motoras
brutas (coordenação, equilíbrio, jogos de bola, tarefa locomotiva e
flexibilidade).
Enquanto a aeróbica e a musculação foram os únicos
exercícios que levaram a melhorias do condicionamento físico geral após 10
semanas, os três grupos apresentaram melhora equivalente do desempenho
cognitivo. A notícia é excelente para pessoas sedentárias já que o terceiro
grupo realizou atividades que podem ser facilmente conduzidas em casa, sem a
necessidade de ter que se matricular em uma academia.
Segundo o autor principal do estudo, o Dr. Nicolas Berryman,
por muito tempo acreditou-se que somente o exercício aeróbico poderia melhorar
funções executivas. Mais recentemente, a ciência tem mostrado que o treinamento
de força também leva a resultados positivos. Isso sugere que atividades estruturadas
que visam melhorar as habilidades motoras brutas também podem melhorar as
funções cerebrais que declinam à medida em que envelhecemos. Os idosos têm
então a oportunidade de melhorar a sua saúde física e cognitiva e novas
estratégias para atingir esse objetivo podem agora ser utilizadas.
3. Como o exercício físico previne e trata a depressão?
Durante a prática de exercícios físicos, principalmente os
aeróbicos, o cérebro é estimulado a produzir diversos neurotransmissores que
podem interferir positivamente nas funções límbicas, ou emocionais, através da
atuação do sistema nervoso simpático. O aumento central da serotonina, por
exemplo, pode inibir a formação de memórias relacionadas ao medo e atenuar
respostas a eventos ameaçadores relacionados aos sintomas da depressão. Alguns
remédios antidepressivos, como aqueles que inibem a recaptação de serotonina
nas sinapses, proporcionam justamente tal efeito ao aumentar as taxas desta
substância no cérebro. Outro neurotransmissor também associado positivamente ao
exercício físico é a dopamina, relacionada ao desempenho motor, à motivação
locomotora e à modulação emocional.
4. A atividade física diminui a dor?
Em alguns casos, sim. Obviamente que problemas ósseos,
articulares e/ou musculares específicos eventualmente requerem repouso e nos
impedem de praticar atividades físicas regulares. Entretanto, alguns casos de
dor crônica, de dores tensionais relacionadas ao estresse e de transtornos
relacionados à percepção dolorosa podem sim ser beneficiados com tais práticas.
Pode ser possível literalmente nesses casos exercitarmos a felicidade.
Um fator importante a ser considerado aqui é o estímulo à
produção de endorfinas. Quando nos exercitamos, o nosso organismo libera essas
substâncias, capazes de interagir com receptores cerebrais e reduzir a
percepção dolorosa. De maneira geral, as endorfinas atuam como analgésicos
endógenos e também têm propriedades sedativas, sendo produzidas no cérebro,
medula e muitas outras partes do organismo. Outros benefícios proporcionados por
essa elevação central de endorfinas são o alívio do estresse, o desenvolvimento
da autoestima e melhorias na qualidade do sono.
O processo de liberação de endorfinas ocorre aproximadamente
30 minutos após o início da atividade física. De maneira similar à morfina,
elas proporcionam uma sensação de bem-estar, por vezes referida como euforia.
Pessoas que praticam atividade física com regularidade costumam apresentar,
segundo diversas pesquisas, uma visão mais otimista em relação à vida.
5. A prática de exercícios pode trazer alguma
desvantagem para o cérebro?
Sim. Toda regra tem sua exceção. Alguns tipos de dores de
cabeça – cefaleias – podem ser agravados com a prática de exercícios físicos.
Quem já teve alguma crise de enxaqueca sabe do que estamos falando. A dor é
intensificada, o que leva a pessoa a preferir ambientes mais escuros e
silenciosos.
Outro exemplo de possíveis danos ao cérebro advindos da
prática de determinados exercícios físicos foi publicado recentemente por
alguns portais tradicionais de notícias. The Telegraph, por exemplo,
alerta para o surgimento de uma ‘epidemia silenciosa de demência’ causada pelos
microtraumas cerebrais ao longo de anos de esporte de contato praticados por
esportistas profissionais, em especial os pugilistas e os jogadores de futebol
americano e rúgbi, alvos mais frequentes dos estudos. Mesmo traumas leves
cranianos podem aumentar o risco para alguns tipos de demências, especialmente
a Encefalopatia Traumática Crônica (ETC).
Portanto, não há dúvidas de que os benefícios cognitivos e
afetivos relacionados à prática regular de atividades físicas superam em muito
os riscos e as desvantagens. Resta ao praticante buscar uma orientação médica
prévia e, se possível, ser acompanhado regularmente por um educador físico.
Autor: Leonardo Faria
Referências: http://www.joomag.com/magazine/revista-meucerebro-ano-00-n%C2%BA-02-novembro-2014/0802879001416499523?short
In, em 14/12/2014: http://meucerebro.com/5-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-atividade-fisica-e-o-cerebro/
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Corta-mato inter-escolas 2014
No passado dia 19 realizou-se, na zona de banhos da barragem de Póvoa e Meadas, mais um corta-mato inter-escolas com a presença de alunos dos agrupamentos de escolas de Castelo de Vide e de Marvão.
Num dia chuvoso, e apesar das dificuldades causadas pela meteorologia, os alunos participaram de forma ativa e empenhada, dignificando ambas as escolas.
Mais uma vez os nossos alunos conseguiram bons resultados.
Carregar nas imagens para ampliar.
Num dia chuvoso, e apesar das dificuldades causadas pela meteorologia, os alunos participaram de forma ativa e empenhada, dignificando ambas as escolas.
Mais uma vez os nossos alunos conseguiram bons resultados.
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
A relação entre a obesidade e o cancro
Cerca de meio milhão de novos casos de cancro por ano entre os adultos podem ser atribuídos ao excesso de peso e à obesidade, defende um estudo divulgado pela revista médica especializada «The Lancet Oncology».
O estudo foi desenvolvido pelo Centro Internacional de Investigação sobre o Cancro, que é uma agência da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Uma das suas conclusões é a de que o excesso de peso e a obesidade tornaram-se um dos principais riscos, responsáveis por 3,6% (cerca de 481 mil) dos novos casos de cancro em adultos registados em 2012.
Esta análise apoia-se numa vasta base de dados Globocan, que comporta a incidência e a mortalidade por cancro em 184 países.
Os países considerados ricos são os mais afetados com cerca de dois terços (64%) por estes cancros. Na América do Norte registaram-se 111 mil, ou seja, cerca de um quarto do total.
A África subsariana é a região que menos contribui para este balanço, com 7.300 cancros.
Na Europa é a Europa de Leste que é a zona mais afetada, com 65 mil casos.
O estudo mostra que a relação entre cancro e obesidade afeta mais as mulheres do que os homens, em grande parte devido aos cancros na mucosa do útero e na mama depois da menopausa.
Nos homens, o excesso de peso é responsável por 1,9% (136 mil) dos novos casos aparecidos em 2012 e nas mulheres é de 5,4% (345 mil), numa síntese apresentada pela Lusa.
Segundo a OMS, a obesidade duplicou desde 1980. O peso a mais afeta 1,4 mil milhões de pessoas, com 20 anos ou mais, dos quais mais de 200 milhões de homens e cerca de 300 milhões de mulheres são obesos.
Em 26/11/2014, in: http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/estudo/a-relacao-entre-a-obesidade-e-o-cancro
O estudo foi desenvolvido pelo Centro Internacional de Investigação sobre o Cancro, que é uma agência da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Uma das suas conclusões é a de que o excesso de peso e a obesidade tornaram-se um dos principais riscos, responsáveis por 3,6% (cerca de 481 mil) dos novos casos de cancro em adultos registados em 2012.
Esta análise apoia-se numa vasta base de dados Globocan, que comporta a incidência e a mortalidade por cancro em 184 países.
Os países considerados ricos são os mais afetados com cerca de dois terços (64%) por estes cancros. Na América do Norte registaram-se 111 mil, ou seja, cerca de um quarto do total.
A África subsariana é a região que menos contribui para este balanço, com 7.300 cancros.
Na Europa é a Europa de Leste que é a zona mais afetada, com 65 mil casos.
O estudo mostra que a relação entre cancro e obesidade afeta mais as mulheres do que os homens, em grande parte devido aos cancros na mucosa do útero e na mama depois da menopausa.
Nos homens, o excesso de peso é responsável por 1,9% (136 mil) dos novos casos aparecidos em 2012 e nas mulheres é de 5,4% (345 mil), numa síntese apresentada pela Lusa.
Segundo a OMS, a obesidade duplicou desde 1980. O peso a mais afeta 1,4 mil milhões de pessoas, com 20 anos ou mais, dos quais mais de 200 milhões de homens e cerca de 300 milhões de mulheres são obesos.
Em 26/11/2014, in: http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/estudo/a-relacao-entre-a-obesidade-e-o-cancro
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