quarta-feira, 25 de março de 2015

Exercícios Calesténicos

O que são exercícios calesténicos?
Fazer exercícios usando o peso do seu próprio corpo para criar resistência foi uma das primeiras formas de treinar a força. São chamados de exercícios calisténicos. É fácil de aprender, eficaz, e pode fazê-lo em qualquer lugar, podendo ser bastante criativo, com variações e modificações triviais.

Treino Calisténico (peso do corpo): agachamentos (posteriores, anteriores…), flexões/extensões de braços, elevações, fundos de braços e pernas, saltos, escaladas de montanha, pranchas… etc. Outro exemplo de uma fantástica conexão entre a mente e o corpo.


Ranking das turmas e dos alunos mais desportistas

Durante o 1º e 2º período decorreram inúmeras atividades do grupo de Educação Física/ Desporto Escolar.
Essas atividades estão englobadas nas seguintes categorias:
- Atividade Interna
- Atividade Interna inter escolas (ADENA - atividades conjuntas com escolas de Marvão)
- Atividade Interna de âmbito Distrital
- Atividade Externa - dos diferentes grupos/ equipa.

Em cada atividade os alunos participantes obtiveram uma pontuação de acordo com os seguintes critérios:


Desta forma e depois de todas as contabilizações, a classificação das turmas foi a seguinte (média por aluno):

Os alunos mais pontuados são os seguintes:


Para aceder a todos os dados basta aceder aqui.

quinta-feira, 12 de março de 2015

Condicionamento físico de Ginastas


Campeonato distrital de Ténis de Mesa

Decorreu no dia de ontem o campeonato distrital de Ténis de Mesa.

Em Sousel estiveram presentes os melhores alunos das diversas séries. Os nossos alunos apurados, que competiram na série A (escolas de Castelo de Vide, Crato e Nisa) foram:


4ºA - Filipe Branco
4ºA - Margarida Tapadinhas
4ºA - Carolina Videira
4ºA - Rodrigo Caldeira
4ºB - Vladimir Orekhov
6ºB - David Conchinha
7ºB - João Bonacho
8ºA - Rodrigo Carlos
9ºA - Arlindo Ricardo
9ºA - José Tapadejo 
9ºB - Catarina Calixto


A prestação dos alunos foi bastante satisfatória notando-se uma evolução técnica e táctica ao longo do ano letivo.

Os melhores resultados foram:
Carolina Videira - 3º lugar - Infantil A feminino.
Catarina Calixto - Campeã distrital - Iniciado Feminino
João Bonacho, José Tapadejo e Rodrigo Carlos - Campeões distritais - Iniciados Masculinos por equipa.

Os alunos campeões distritais conseguiram também o apuramento para os campeonatos Regionais que se realizarão em Évora nos próximos dias 24, 25 e 26 de abril.





Para consultar mais fotografias carregue aqui.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Resultados Corta Mato distrital

No passado dia 2 decorreu em Nisa mais um corta mato distrital.
Num dia que fez aumentar o grau de dificuldade deste tipo de prova devido às más condições climatéricas (temperaturas baixas aliadas ao vento e à chuva) os nossos alunos representaram o nosso agrupamento e o concelho de Castelo de Vide.

A equipa de iniciados que no ano passado ficou qualificada em 1º lugar (participando na prova de âmbito nacional) este ano ficou-se pela segunda posição, realizando ainda assim uma excelente prova.

Equipa composta por (ordem alfabética):
Alfredo Barroqueiro
Daniel Alberto
David Mendes
João Conchinha
José Tapadejo
Ricardo Relvas



Todos os resultados podem ser consultados aqui.

Aceda a outras fotografias do evento aqui.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Corta Mato distrital

No próxima segunda feira, dia 2, os alunos em baixo referidos, irão participar no corta mato distrital que se irá realizar em Nisa.

domingo, 14 de dezembro de 2014

5 coisas que você precisa saber sobre a atividade física e o cérebro


Cérebros inteligentes vão querer praticar
Dizer que a atividade física faz bem para a saúde mental já é quase um clichê. Ela combate desde alguns tipos de dores de cabeça relacionadas à tensão muscular até sintomas da depressão. Inúmeras são as conclusões de estudos evidenciando conquistas positivas associadas à prática da atividade física regular. Isso sem contar os benefícios já consagrados, como o controle da hipertensão arterial, o combate ao sedentarismo, a redução das taxas de gorduras e açúcares no sangue, fatores que sabidamente podem levar a doenças vasculares com graves consequências cerebrais. Se não houver contra indicações, a atividade física é, sem sombra de dúvida, um hábito fundamental para o desenvolvimento do cérebro e sua proteção. Confira a seguir cinco informações importantes, levantadas a partir de estudos e fontes de pesquisa confiáveis, sobre os efeitos da atividade física no cérebro. Será que ela é sempre benéfica?
1. Praticar exercícios físicos me deixa mais inteligente?
Sim. Em alguns estudos, descobriu-se que a prática de exercícios produz novos neurônios e aumenta a atividade cerebral. Portanto, sentar-se por horas e horas em uma cadeira, estudando, parece não ser a única receita para ficar “mais inteligente”: o exercício também pode ajudar. As atividades aeróbicas (correr, caminhar, andar de bicicleta, nadar) são eficientes no aumento do fluxo sanguíneo cerebral e na produção das substâncias químicas que regulam o sistema neurotransmissor. Os neurônios existentes se tornam capazes de fazer mais conexões e outros novos nascem (aquela história de que paramos de produzir células neurais na infância não é verdade).
Com a atividade física, novos neurônios surgem especialmente no hipocampo. Ao caminhar ou correr, não melhoramos apenas o funcionamento dos sistemas muscular, respiratório e cardíaco, mas também a cognição, especialmente a memória e a aprendizagem. Essa é a conclusão de pelo menos dois estudos, cujos títulos originais são Aerobic exercise improves hippocampal function and increases BDNF in the serum of young adult males e Exercise Induces Hippocampal BDNF through a PGC-1α/FNDC5 Pathway.
Os especialistas dizem ainda que aproximadamente trinta minutos de caminhada, três vezes por semana, já impacta positivamente na cognição logo no primeiro mês. O cérebro passa a funcionar melhor e fica mais preparado para armazenar informações. Estaria decretado assim o fim da hegemonia intelectual dos nerds, pelo menos aqueles que passam horas e horas sentados à mesa de estudos?
2. Apenas exercícios leves produzem benefícios para o cérebro?
Não. Qualquer tipo de exercício é potencialmente benéfico para o sistema nervoso. Sabe-se que sua prática faz você se sentir mentalmente mais alerta em qualquer idade, mas alguns estudos procuraram identificar se é necessário seguir algum programa de treinamento específico para melhorar a função cognitiva. Nessa linha, uma pesquisa canadense realizada na Universidade de Geriatria de Montreal (UGM), instituição afiliada à Universidade de Montreal, comparou os efeitos de diferentes métodos de treinamento sobre as funções cognitivas de pessoas com idades entre 62-84 anos. Dois grupos receberam um programa de treinamento de força e aeróbico de alta intensidade, enquanto que o terceiro grupo realizou tarefas que visavam atividades motoras brutas (coordenação, equilíbrio, jogos de bola, tarefa locomotiva e flexibilidade).
Enquanto a aeróbica e a musculação foram os únicos exercícios que levaram a melhorias do condicionamento físico geral após 10 semanas, os três grupos apresentaram melhora equivalente do desempenho cognitivo. A notícia é excelente para pessoas sedentárias já que o terceiro grupo realizou atividades que podem ser facilmente conduzidas em casa, sem a necessidade de ter que se matricular em uma academia.
Segundo o autor principal do estudo, o Dr. Nicolas Berryman, por muito tempo acreditou-se que somente o exercício aeróbico poderia melhorar funções executivas. Mais recentemente, a ciência tem mostrado que o treinamento de força também leva a resultados positivos. Isso sugere que atividades estruturadas que visam melhorar as habilidades motoras brutas também podem melhorar as funções cerebrais que declinam à medida em que envelhecemos. Os idosos têm então a oportunidade de melhorar a sua saúde física e cognitiva e novas estratégias para atingir esse objetivo podem agora ser utilizadas.
3. Como o exercício físico previne e trata a depressão?
Durante a prática de exercícios físicos, principalmente os aeróbicos, o cérebro é estimulado a produzir diversos neurotransmissores que podem interferir positivamente nas funções límbicas, ou emocionais, através da atuação do sistema nervoso simpático. O aumento central da serotonina, por exemplo, pode inibir a formação de memórias relacionadas ao medo e atenuar respostas a eventos ameaçadores relacionados aos sintomas da depressão. Alguns remédios antidepressivos, como aqueles que inibem a recaptação de serotonina nas sinapses, proporcionam justamente tal efeito ao aumentar as taxas desta substância no cérebro. Outro neurotransmissor também associado positivamente ao exercício físico é a dopamina, relacionada ao desempenho motor, à motivação locomotora e à modulação emocional.
4. A atividade física diminui a dor?
Em alguns casos, sim. Obviamente que problemas ósseos, articulares e/ou musculares específicos eventualmente requerem repouso e nos impedem de praticar atividades físicas regulares. Entretanto, alguns casos de dor crônica, de dores tensionais relacionadas ao estresse e de transtornos relacionados à percepção dolorosa podem sim ser beneficiados com tais práticas. Pode ser possível literalmente nesses casos exercitarmos a felicidade.
Um fator importante a ser considerado aqui é o estímulo à produção de endorfinas. Quando nos exercitamos, o nosso organismo libera essas substâncias, capazes de interagir com receptores cerebrais e reduzir a percepção dolorosa. De maneira geral, as endorfinas atuam como analgésicos endógenos e também têm propriedades sedativas, sendo produzidas no cérebro, medula e muitas outras partes do organismo. Outros benefícios proporcionados por essa elevação central de endorfinas são o alívio do estresse, o desenvolvimento da autoestima e melhorias na qualidade do sono.
O processo de liberação de endorfinas ocorre aproximadamente 30 minutos após o início da atividade física. De maneira similar à morfina, elas proporcionam uma sensação de bem-estar, por vezes referida como euforia. Pessoas que praticam atividade física com regularidade costumam apresentar, segundo diversas pesquisas, uma visão mais otimista em relação à vida.
5. A prática de exercícios pode trazer alguma desvantagem para o cérebro?
Sim. Toda regra tem sua exceção. Alguns tipos de dores de cabeça – cefaleias – podem ser agravados com a prática de exercícios físicos. Quem já teve alguma crise de enxaqueca sabe do que estamos falando. A dor é intensificada, o que leva a pessoa a preferir ambientes mais escuros e silenciosos.
Outro exemplo de possíveis danos ao cérebro advindos da prática de determinados exercícios físicos foi publicado recentemente por alguns portais tradicionais de notícias. The Telegraph, por exemplo, alerta para o surgimento de uma ‘epidemia silenciosa de demência’ causada pelos microtraumas cerebrais ao longo de anos de esporte de contato praticados por esportistas profissionais, em especial os pugilistas e os jogadores de futebol americano e rúgbi, alvos mais frequentes dos estudos. Mesmo traumas leves cranianos podem aumentar o risco para alguns tipos de demências, especialmente a Encefalopatia Traumática Crônica (ETC).
Portanto, não há dúvidas de que os benefícios cognitivos e afetivos relacionados à prática regular de atividades físicas superam em muito os riscos e as desvantagens. Resta ao praticante buscar uma orientação médica prévia e, se possível, ser acompanhado regularmente por um educador físico.

Autor: Leonardo Faria