quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Gordura localizada na região abdominal = maior probabilidade de ter um AVC, ataque cardíaco, cancro ou diabetes



Ter uma barriga saliente é pior para a saúde do que ser obeso ou ter excesso de peso. Um novo estudo afirma que, mesmo se uma pessoa for magra no resto do corpo, a gordura localizada no ventre aumenta a probabilidade de ter um AVC, ataque cardíaco, cancro ou diabetes.

Ter uma “barriguinha de cerveja" tornou-se algo banal, mas os cientistas alertam que é uma situação preocupante. Mesmo que o índice de massa corporal (IMC) seja normal e que a pessoa aparente ser magra, se houver gordura localizada na barriga, então deve ter cuidado com o seu peso.

Isto porque este é o tipo de gordura mais mortal que existe. De acordo com a CNN, o tipo de gordura do ventre é interna e está localizada em redor dos órgãos. Esta pode ser assimilada pelo fígado, que a transforma em colesterol e que vai entupir as artérias. Para além disto, torna o organismo resistente à insulina e pode provocar o surgimento de diabetes do tipo 2.
“Por vezes ouço alguns dos meus pacientes, que têm IMCs normais, a perguntar-me: ‘por que tenho de fazer exercício se tenho um peso normal? Eu devia poder comer tudo o que quisesse”, lamentou o cardiologista Francisco Lopez-Jimenez, um dos autores do estudo.

Segundo a investigação, que analisou 15.000 pessoas, os homens com barriga têm um risco de mortalidade duas vezes superior ao das pessoas com excesso de peso ou obesas. Nas mulheres o risco é 1,5 vezes maior.

Os cientistas garantem que, apesar de ser difícil diminuir o perímetro da cintura, esta não é uma tarefa impossível. Para tal é preciso comer saudavelmente, evitando comida processada, consumir carne apenas esporadicamente, apostar nos vegetais e fazer exercício.

Para além disto, estas pessoas devem evitar o stress. Alguns estudos têm mostrado uma relação entre o nível de ansiedade e o perímetro abdominal.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Treina para perder peso

Tal como na alimentação, o exercício deve basear-se na qualidade e não apenas nos minutos. Normalmente, o exercício reduz o peso de forma mais lenta, mas também mais sustentável e aqueles que perderam peso combinando dieta e exercício são os que conseguem manter os resultados com mais sucesso ao longo do tempo.

O efeito do exercício não significa só gasto extra de calorias mas também provoca uma série de reações em cadeia que nos levam a absorver menos e gastar mais calorias no nosso dia-a-dia.

Como perder peso a fazer exercício:

1
Aumentamos a nossa massa muscular e por isso aumenta o nosso metabolismo basal: praticar exercício favorece o aumento de massa muscular e como o músculo se alimenta de glucose só por se ter mais massa muscular gastamos calorias quando estamos parados.

2
Gastamos enquanto recuperamos: fazer treinos intensos provoca gasto energético não apenas no treino mas nas horas seguintes já que é preciso gastar energia para recuperar as estruturas musculares.
3
Produzimos mudanças fisiológicas adaptativas: o corpo habitua-se a tudo e lhe dizemos que tem que estar preparado para correr produzirá uma série de mudanças fisiológicas orientadas para tornar o corpo uma máquina preparada para correr. Irá reter mais calorias, absorverá menos gorduras, gastará mais calorias durante o exercício e tentará ser mais eficiente no consumo energético

Em 22/10/2015 in: http://www.sportlife.com.pt/index.php/saude01/item/1458-treina-para-perder-peso

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Início dos treinos dos Grupos/ Equipa

Na semana de dia 12 de outubro iniciam-se os treinos das modalidades do Desporto Escolar:

- Natação Aprendizagem (segundas e quartas feiras)

- Natação Competição (quartas e sextas feiras)

- Ténis de Mesa (segundas e quartas feiras)

- Desportos Gímnicos (terças e quintas feiras)

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Auto treino

O treino totalmente autónomo

Auto-treino? Não, isso não significa que és tu que te corriges, aconselhas e animas enquanto fazes os exercícios. Falamos de exercícios de auto-carga, para trabalhar todos os grupos musculares, aproveitando o próprio peso do corpo em qualquer lugar, sem o uso de materiais complexos. Uma viagem, falta de tempo… muitas vezes não temos possibilidades de ir ao ginásio para realizarmos o nosso treino diário. Mas isso não pode servir de desculpa. Com material muito básico e perfeitamente transportável, podes treinar na praia, em casa, num circuito urbano ou no quarto do hotel. Apenas precisas de um ponto de apoio, um elástico e o teu próprio corpo.

TRABALHAR EM CADEIAS MUSCULARES
Numa sala de musculação encontras máquinas muito bem desenhadas para trabalhar isoladamente os diferentes grupos musculares: peitoral, deltóides, etc. No entanto, quando trabalhamos com auto carga– o peso do nosso próprio corpo – não se trabalha um grupo muscular isoladamente.Inclusive, outros gruposrealizamtrabalhos tão importantes como os músculos que pretendemos trabalhar. É o trabalho que realizam os músculos estabilizadores (responsáveis pela fixação de peças ósseas ou estruturas articulares, onde tem origem o músculo agonista) e sinergistas (aquele que, não sendo o principal responsável pelo movimento, tem uma acção paralela a este). Por exemplo, quando realizamos flexões de braços, o peitoral é o músculo principal a ser utilizado, no entanto a musculatura abdominal realiza um verdadeiro trabalho de estabilizador do tronco. Os tricípites e os deltóides anteriores trabalham em sinergia com o peitoral.

Portanto, quando falamos de auto-cargas, não falamos de trabalho de peitoral, quadrícipetes, etc., mas de trabalho de cadeias musculares, jáque estes exercícios representam acções de cadeias musculares que se organizam de forma coordenada para gerar acções motoras eficientes. Ou seja, não só estamos a realizar um treino de força, mas também de equilíbrio e estabilização, ao mesmo tempo que fazemos movimento. O resultado é que obténs benefícios acrescidos ao exercício analítico numa máquina. Só vantagens! Mas atenção, também tens possibilidade de usar alguns destes exercícios no ginásio! O auto-treino representa um exercício completo com maior riqueza motora que qualquer máquina de última geração.

In: http://www.sportlife.com.pt/index.php/fitness500/item/939-auto-treino (em 2/09/2015)

sábado, 29 de agosto de 2015

O que queima mais Gordura, correr ou pedalar?


Se pretende perder peso e não sabe por qual atividade deve de optar, eis algumas considerações com base num estudo da Universidade de Birmingham (Inglaterra).

Se é sedentário e pretende perder peso sem recorrer às dietas ditas milagrosas, o melhor mesmo é optar por praticar exercício físico e melhorar a sua saúde física e mental.

No entanto, a primeira dúvida é se deverá comprar umas sapatilhas ou uma bicicleta. Tudo começa pelo gosto pessoal. No atual panorama de crise, o fator financeiro poderá ser desde logo um dos fatores importantes na tomada da sua decisão. Não é difícil comprar hoje em dia material a baixo preço, podendo recorrer às grandes superfícies de desporto para adquirir sapatilhas ou bicicletas de baixo preço.

Mas qual das duas atividades queima mais gordura?

No mesmo nível de intensidade, a corrida queima um pouco mais de gordura que a bicicleta.

Os investigadores da Universidade de Birmingham analisaram 12 homens que se exercitaram numa bicicleta estática e numa passadeira, analisando qual a gordura queimada em cada aparelho. A intensidade do exercício foi aumentada gradualmente.

A intensidade foi medida através do consumo de oxigénio. Se você se exercita com intensidade a rondar os 60% do seu VO2 Máx. (medida da capacidade do corpo de utilizar oxigénio) certamente o exercício vai durar mais tempo, pois essa é uma intensidade considerada moderada (quando se consegue falar).

Nessa intensidade o corpo utiliza preferencialmente a gordura como fonte de energia para o exercício. Se a intensidade for maior, o corpo passa a consumir preferencialmente açúcares e proteínas como energia.

Os autores deste estudo acham que a corrida utiliza mais as fibras musculares do que a bicicleta, esse seria o motivo pelo qual queima mais gordura. Por outro lado, apesar de usar menos fibras, o ciclismo talvez seja mais exigente com as fibras musculares do que a corrida. Por isso quando você pedala, o corpo consome mais glicose e também liberta mais ácido lático.

Parece-nos que o estudo não será assim tão rigoroso e conclusivo quanto isso, pelo que o importante será substituir o sofá por sapatilhas ou bicicleta consoante o seu gosto pessoal

In: http://www.correrporprazer.com/2012/11/o-que-queima-mais-gordura-correr-ou-pedalar/ em 29-08-2015

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Cortar nos hidratos de carbono ou nas gorduras?


Para perder peso é mais eficaz cortar nos hidratos de carbono ou evitar as gorduras?
 
De acordo com um estudo realizado nos Estados Unidos, cortar na gordura pode ter mais resultados. E também na opinião do médico de Medicina Geral e Familiar Pedro Lobo do Vale, em entrevista nesta segunda-feira na TVI24.
 
No entanto, segundo o clínico, o mais importante é comer menos e bem.
 

“Devemos cortar em tudo. É mais fácil perder peso com uma alimentação equilibrada se cortarmos um terço do que comemos diariamente."


"De facto, se perguntar à maior parte das pessoas o que é que engorda mais, se é uma colher de açúcar ou de azeite, a maior parte vão dizer que é o açúcar, mas é precisamente o contrário, porque a gordura, neste caso o azeite, tem o dobro das calorias do açúcar, que é um hidrato de carbono puro. Portanto, as pessoas pensam que emagrecem se cortarem nos hidratos e não é verdade. A gordura engorda mais porque tem mais calorias, mas o mais importante para emagrecer é ter uma alimentação equilibrada com os principais nutrientes, com hidratos de carbono, com gorduras, com proteínas, com água, mas comendo menos e fazendo mais exercício físico. Só cortar nos hidratos de carbono não é, de certeza, uma boa dieta”, defendeu.
 
Pedro Lobo do Vale enalteceu, aliás, a importância de ingerir hidratos de carbono, desde que sejam de boa qualidade.
 

“Os hidratos de carbono são muito importantes porque nos dão energia. Mas têm de ser de boa qualidade."


"Vou dar alguns exemplos: comer fruta ou açúcar, embora haja açucar na fruta? É melhor comer fruta; o mel é melhor que o açúcar refinado, uns flocos integrais são melhores que uns flocos refinados. Ou seja, o problema dos hidratos de carbono depende da qualidade. É importante ingerir hidratos de carbono pouco refinados porque em relação à diabetes, à assimilação do açúcar, são de absorção bastante mais lenta e saciam muito mais. Se comermos simplesmente açúcar é diferente de estar a comer batatas ou massa, que enchem muito mais mas também são hidratos de carbono", sustentou.
 

“Portanto, não cortar hidratos de carbono, cortar sim naqueles que são maus, que são de absorção rápida, como o açúcar”.
 
Pedro Lobo do Vale lembrou que “há hidratos carbono em imensa coisa, nomeadamente no leite, nas leguminosas, seja no feijão, grão ou na soja, nos cereais…". “Por exemplo, o pão branco é muito pior que um pão de mistura ou um pão integral. Há que trocar os hidratos de carbono de má qualidade pelos de boa qualidade, primeiro porque têm mais nutrientes, depois porque saciam mais e depois em relação às doenças metabólicas são muito melhores”, reforçou.
 
O que devemos então privilegiar na alimentação para perder ou manter o peso de forma saudável?

“Sempre vegetais, fibras na alimentação e as coisas menos refinadas. Tudo o que seja muito industrializado, como bolachas, bolos, acepipes, enlatados, tudo o que tem muitos conservantes, é francamente pior que a comida natural. De facto, a fruta, os legumes, as leguminosas, os cereais integrais, o peixe, isso é que é fundamental. E também sermos um pouco mais vegetarianos. Não é preciso sermos totalmente vegetarianos mas os alimentos que ingerimos de origem animal são para a parte cardiovascular piores do que os de origem vegetal”, argumentou o médico.