segunda-feira, 11 de abril de 2016

Obesidade matou 210 pessoas em 2013

A obesidade e outras formas de hiperalimentação foram responsáveis pela morte de 210 pessoas em 2013 e, no mesmo ano, 71 pessoas morreram devido a desnutrição e outras deficiências nutricionais, revelam dados da Direção Geral da Saúde (DGS).

De acordo com o relatório “Portugal – Alimentação Saudável em Números 2015”, que é apresentado esta quinta-feira em Lisboa, registou-se um “forte crescimento do número de utentes com registo de obesidade e excesso de peso (embora desigual por região) que poderá ser devido a diferentes fatores, entre eles uma maior atenção dos profissionais de saúde a este fenómeno”.

O documento indica que, em 2014, existiam 620.769 utentes com registo de obesidade. No mesmo ano, eram 497.167 os utentes com registo de excesso de peso.

De acordo com a Direção Geral da Saúde (DGS), “a questão das desigualdades sociais e o seu impacto no acesso e consumo adequado de alimentos e consequentemente no estado de saúde dos indivíduos parece assumir uma importância ainda maior no atual contexto de crise económica que se faz sentir na Europa e em particular em Portugal”.

“É de esperar que a atual situação de instabilidade económica, caracterizada pelas elevadas taxas de desemprego, aumentos consideráveis ao nível da carga fiscal com impacto também no que se refere ao preço dos alimentos e a redução de salários e dos apoios sociais prestados pelo Estado, tenha um impacto considerável nos índices de pobreza e desigualdades sociais em Portugal”, lê-se no sumário da publicação.

O mesmo relatório refere que “Portugal mantém-se como um dos países europeus com maior desigualdade na distribuição de rendimento e taxas mais elevadas de risco de pobreza monetária, tendo nas últimas décadas a taxa de pobreza mantido um nível elevado e relativamente estável”.

“É expectável que um período marcado por crescentes desigualdades na distribuição de rendimento e por elevadas taxas de pobreza tenha um significativo impacto no consumo alimentar e estado de saúde da população portuguesa, podendo estar comprometida a garantia da segurança alimentar (food security) para um número elevado de agregados familiares portugueses, isto é, a garantia do acesso a alimentos em quantidade suficientes, seguros e nutricionalmente adequados”, prossegue o documento.

Os autores do documento consideram que, tendo em conta que “a obesidade e outras doenças crónicas, como as doenças cardiovasculares, cancro ou diabetes estão claramente dependentes de uma alimentação saudável”, o “ investimento na prevenção e promoção de hábitos alimentares saudáveis é decisivo quando mais de 50% dos adultos Portugueses sofre de excesso de peso”.

“A promoção de hábitos alimentares saudáveis exige trabalho concertado com outros setores a médio prazo. Os serviços de saúde necessitam de se preparar melhor para lidar de forma integrada com outros setores da sociedade na prevenção da pandemia da obesidade e na promoção de hábitos alimentares saudáveis”, lê-se nas recomendações que constam do relatório.

A DGS sublinha que “a alimentação de má qualidade afeta com maior intensidade crianças, idosos e os grupos socioeconomicamente mais vulneráveis da nossa população, aumentando as desigualdades em saúde. O investimento na promoção de hábitos alimentares deverá permitir reduzir desigualdades em saúde”.

No entanto, este organismo refere que “a estabilização do crescimento da obesidade e do aumento do peso corporal, medido através do Índice de Massa Corporal, registado pelas crianças portuguesas nos últimos quatro anos é um dos marcos assinalados pelo relatório”.

“Ainda assim, a proporção de crianças com excesso de peso em Portugal, acima da média europeia, e a sua relação com as desigualdades sociais, mantêm-se no topo das preocupações do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável”, indica a DGS.

Entre os vários dados que constam do documento, a DGS destaca o facto de “os hábitos alimentares inadequados dos portugueses constituírem o primeiro fator de risco de perda de anos de vida”.

“Estudos internacionais apontam a má alimentação como responsável por 11,96% do total de anos de vida prematuramente perdidos pelas mulheres portuguesas, percentagem que sobe para 15,27% no sexo masculino. A obesidade e outras doenças crónicas, como as doenças cardiovasculares, cancro ou diabetes estão claramente dependentes de uma alimentação saudável”, lê-se no sumário da publicação.

In, em 11/04/2016: http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/relatorio/obesidade-matou-210-pessoas-em-2013

Obesidade no mundo "mais do que duplicou" nos últimos 40 anos

Um estudo sobre obesidade envolvendo 20 milhões de adultos de 186 países concluiu que nos últimos 40 anos a obesidade entre os homens triplicou e que nas mulheres mais do que duplicou.

A investigação, acabada de publicar na revista The Lancet, revela que entre 1975 e 2014 a obesidade entre os homens triplicou (de cerca de 3%, em 1975, para quase 11%, em 2014) e que nas mulheres mais do que duplicou (de mais de 6% para perto de 15%), anunciou hoje a Universidade de Coimbra (UC).

Conduzida pelo Imperial College London, a pesquisa, que contou com a colaboração da investigadora Cristina Padez, do Centro de Investigação em Antropologia da Saúde (CIAS), da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC, “envolveu perto de 20 milhões de adultos de 186 países”.

Os dados relativos a Portugal são “compostos por uma amostra de mais de 820 mil jovens adultos de todo o país, com idades compreendidas entre os 18 e 20 anos, de vários estratos sociais, que participaram nas inspeções militares, no período 1985-2000”, refere a especialista do CIAS, citada pela UC numa nota hoje divulgada.

Mais de um em cada dez homens e uma em cada sete mulheres, em todo o mundo, estão agora obesos”, concluiu o estudo.

Em quatro décadas, a obesidade entre os homens triplicou, de 3,2% em 1975 para 10,8% em 2014” e “nas mulheres, mais do que duplicou, passando de 6,4% em 1975 para 14,9% em 2014”.

Isto é, em 2014, “266 milhões de homens e 375 milhões de mulheres em todo o mundo eram obesos, significando também que a população mundial tornou-se mais pesada em cerca de 1,5 quilogramas em cada década subsequente desde 1975”, explicita a UC.

Além disso, 2,3% dos homens e 5% de mulheres de todo o mundo têm a “classificação de obesidade grave, colocando-os em risco acrescido para o desenvolvimento de doenças como diabetes, doenças cardiovasculares e vários tipos de cancro”.

O estudo, que envolveu a Organização Mundial de Saúde (OMS), previu igualmente as tendências globais de evolução da obesidade, indicando que, em 2025, 18% dos homens e 21% das mulheres sofrerão de obesidade, acrescenta a UC.

A pesquisa “mostra um cenário tremendamente assustador, indicando que vai ser praticamente impossível atingir a meta global estabelecida pela OMS no sentido de até 2025 estabilizar os valores da obesidade nos níveis de 2010”, salienta Cristina Padez.

Tem de haver uma política global de combate à obesidade por parte dos governos e não centrada apenas nos indivíduos”, adverte a investigadora.

A obesidade é “um dos grandes fatores de risco para um conjunto vasto de patologias, com custos sociais e económicos brutais para os países”, observa a especialista da UC em obesidade.


In, em 11/04/2016: http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/investigacao/obesidade-no-mundo-mais-do-que-duplicou-nos-ultimos-40-anos

sábado, 5 de março de 2016

Porque é os hidratos de carbono são importantes para ganhar músculo

Esqueça a ideia de que massas, pão e arroz só engordam. Se faz muito treino de força e não consome hidratos vai ficar mais flácido. A nutricionista Marta Mourão explica tudo.


O corpo é uma máquina complexa e o seu funcionamento segue uma lógica incrível: tudo acontece de acordo com o instinto de sobrevivência, que é inconsciente. É isso que ajuda a explicar porque é que não devemos temer os hidratos de carbono e porque é que os devemos consumir se fazemos treinos de força, sobretudo porque há a ideia generalizada (e errada) de que só quem faz treinos com maior componente de cardio (corrida, bicicleta, aulas de ginásio) precisa de hidratos de carbono, e quem treina com pesos só precisa de proteína. É por isso importante explicar primeiro (e rapidamente) o processo de queima de gordura no treino cardio.

Quem passa um tempo considerável a correr, a andar de bicicleta ou em aulas que puxam mais pelo coração, como o cycling, tem muitas vezes como objetivo queimar as reservas de gordura que tem acumuladas no corpo. Isto é, quer emagrecer. Mas antes de chegarem a esta gordura, estão a gastar outras fontes de energia, que circulam no sangue, ou que estão armazenadas no fígado e nos músculos, e que provêm, maioritariamente, dos hidratos de carbono — a nossa maior fonte de energia. Por isso, quando não consumimos hidratos de carbono antes de um treino deste estilo, chegamos mais rapidamente à nossa gordura.

Mas calma, porque treinar em jejum não é aconselhável sem falar com um especialista. Os corpos e organismos, apesar de seguirem esta linha lógica, têm particularidades e variam de pessoa para pessoa, portanto nunca — mas nunca — faça isto sem falar com um nutricionista ou personal trainer. O ponto onde queremos chegar é outro: queremos explicar-lhe porque é que antes (e depois) de um treino de força o consumo de hidrato de carbono é tão importante para se atingir o objetivo pretendido.

Se no treino cardiovascular o objetivo é a perda, no treino de musculação o objetivo é o ganho — de massa muscular. Quando estamos nas máquinas de musculação, ou quando fazemos treino funcional, como agachamentos, lunges, abominais, ou levantamos pesos, aquilo que queremos é tornar os músculos mais fortes e, para isso, eles precisam de “combustível”, como nos explicou a nutricionista Marta Mourão do Holmes Place. Este combustível é, no fundo, energia. E de onde é que vem a maior parte de energia do nosso corpo? Dos hidratos de carbono, que são a nossa fonte mais imediata. Sem este macronutriente, os músculos vão estar em grande esforço, porque, apesar de haver reservas de açúcar (glicogénio), estas podem não ser suficientes para todo o exercício. Consequências: um treino fraco, os músculos em demasiado esforço e resultados insuficientes.

“Quando, por algum motivo, é necessária a realização de uma refeição mais próxima da hora do treino, esta deve ser realizada entre cinco a dez minutos antes, para que a insulina — hormona que auxilia no transporte da glicose [açúcar] para o músculo — atue e aumente os níveis de açúcar ao nível do músculo, potenciando o rendimento físico”, explica a nutricionista do Holmes Place, que também refere a importância da escolha correta de hidratos. Esqueça os simples e rápidos, como pão, arroz e massa brancos, bolachas, ou bolos e aposte naqueles que fazem com que se tenha energia durante mais tempo — pão, massa e arroz integral, batata doce, ou aveia, por exemplo.

Mas porque não consumir gordura ou proteína — que são os outros dois macronutrientes que nos dão energia — antes do treino? As gorduras polinsaturadas, apesar de serem muito importantes para o nosso organismo e saúde, “não são a fonte energética preferencial”, porque demoram mais tempo a serem digeridas pelo nosso corpo. A proteína é tão importante para os músculos como os hidratos de carbono, mas, sobretudo, noutra altura: no pós-treino.

Mas porquê? Porque quando treinamos com peso, o que estamos a fazer é a destruir o músculo. A função da proteína é a de reconstruí-los e torná-los mais fortes. Ou seja, fazer treinos de força e não consumir proteína a seguir é contraproducente — acabamos por ficar mais flácidos e perder músculo.

Provavelmente, já viu muitas pessoas nos ginásios a tomarem uns batidos com uma cor estranha. Esses batidos são proteicos, quase sempre à base de proteína rica, de soro de leite, que é rapidamente absorvida pelo músculo. "Para a recuperação das microlesões é crucial a ingestão de proteína de alto valor biológico, ou seja, proteína que tem os aminoácidos essenciais”.

Para perceber esta questão dos aminoácidos — uma palavra que provavelmente está farto de ouvir, mas que nunca percebeu bem o que é que é — temos de lhe explicar o que é uma proteína (da forma mais simples possível):
o nosso organismo usa 20 aminoácidos (moléculas) para criar proteínas, mas dessas 20 moléculas só 12 é que são produzidas pelo próprio organismo, as outras 8 vêm da alimentação — são chamados de aminoácidos essenciais. Para a proteína ter o efeito suposto no corpo, tem de ter esta rede de 20 aminoácidos completa. Por isso é que é importante termos este fator em conta, quando se fala na escolha da fonte proteica.

Posto isto, para que a proteína seja completamente absorvida pelo músculo, e para que este se reconstrua da forma mais eficiente possível, aquilo que precisamos é de que esta cadeia de aminoácidos esteja completa, juntando àqueles que são produzidos por nós os que são obtidos pela alimentação. A suplementação garante isto.

“Como exemplos de alimentos fornecedores de proteína de alto valor biológico temos carne, peixe, ovo, queijo fresco, leite, iogurte, cânhamo e soja. Os aminoácidos vão funcionar como tijolos na reparação do tecido danificado”, conta a especialista.

Mas não pense que a fórmula "hidratos antes, proteína depois" é assim tão linear. Depois do treino é importante repor a energia gasta, por isso, os hidratos de carbono têm de estar incluídos na dieta. Além disso, contribuem para uma reconstrução mais eficiente do músculo. Como diz a especialista, é a nossa forma de “reposição de combustível”. A proteína também pode perfeitamente ser consumida depois, para dar uma força mais imediata aos músculos, de forma a que a performance do treino seja melhor.

Em 05/03/2016, às 9h45, in: http://nit.pt/article/03-03-2016-porque-e-os-hidratos-de-carbono-sao-tao-importantes-para-o-treino-dos-musculos

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Excertos do livro "Gorduchos & Redondinhas"

O artigo que se segue apresenta excertos do livro Gorduchos & Redondinhas, com coordenação da Professora Isabel do Carmo.

                                                                                             www.isabeldocarmo.pt/
CARMO, I. (2012). Gorduchinhos e Redondinhas. Isabel do Carmo e Publicações Dom Quixote. 1ª Edição

Página 19
"A obesidade na espécie humana pode, de uma forma simplista, ocorrer em três situações:
- ser totalmente resultante de alterações dos nossos genes;
- ser consequência de uma interação entre «genes favorecedores» e um «ambiente facilitador» e, ainda;
- ocorrer apenas por comportamento obesogénico, ou seja, ser consequência de um estilo de vida pouco saudável suportado em maus hábitos alimentares e pouca atividade física."


Página 21
"A causa mais comum de obesidade humana (cerca de 95 por cento da totalidade dos casos de obesidade) não é consequente de nenhuma «doença», mas apenas secundária a comportamentos favorecedores do aumento de peso ou da acumulação de gordura corporal, acima dos limites considerados desejáveis e em valores capazes de comprometer a saúde física e psicossocial."

Página 23
"O filho de uma mulher obesa, ou com diabetes gestacional, tem forte probabilidade (mais do que se a obesidade ou a diabetes forem paternas), de vir a ser uma criança/ adolescente/ adulto obeso."
(...) "a oferta nutricional durante o(s) primeiro(s) ano(s) de vida é determinante do risco futuro de doença, estando demonstrado que o aleitamento materno está associado a uma proteção, mesmo que seja moderada."

Página 26
"- Período pré-escolar (três a sete anos) e da adolescência: (...) Efetivamente, quando uma criança entre os três e os sete anos desenvolve e mantém obesidade, regista um risco de mais de 60 por cento de vir a mantê-la para a vida, subindo este risco para 80 por cento se tiver pelo menos um dos progenitores obesos. No que diz respeito ao adolescente, o risco de, se este for obeso, se manter um adulto obeso é de mais de 9 por cento, independentemente da existência de obesidade parental."

Mulher guardou “Happy Meal” durante seis anos

Uma mulher nos Estados Unidos da América decidiu fazer uma experiência e testar o prazo de uma refeição infantil do McDonald’s. No dia 8 de janeiro de 2010, Jennifer Lovdahl comprou um “Happy Meal”, constituído por quatro panados de frango e um pacote de batatas fritas. E guardou-o no escritório.

De acordo com o jornal britânico “The Independent”, segunda-feira, seis anos depois, Jennifer Lovdahl concluiu a experiência e abriu a caixa da refeição, que já começava a desfazer-se. Para seu espanto, os panados de frango e as batatas estavam intactos.

"Não apodreceu, criou bolor ou começou a decompor-se", escreveu a norte-americana no Facebook, após partilhar fotografias do "Happy Meal" com seis anos e a alertar para a quantidade de conservantes presentes na refeição infantil.

"Só cheira a cartão. Fiz esta experiência para mostrar aos pais o quão pouco saudável esta comida pode ser. Especialmente para as nossas crianças! Maçãs, bananas, cenouras, aipo… Isso é que é verdadeira ‘fast food’", concluí Jennifer Lovdahl na publicação feita nas redes sociais, que já se tornou viral.

No site oficial, a empresa aborda a questão para explicar que “a comida precisa de humidade no ar. Sem ela, a comida simplesmente seca – por exemplo, como o pão que é deixado de fora do armário durante a noite para fazer “croutons”.

“Podem ter visto experiências que parecem mostrar que não há nenhuma decomposição nos pratos que servimos. Mas provavelmente, isso é porque a comida desidratou antes que qualquer deterioração visível tenha ocorrido”, acrescentou a McDonald's.

In, em 10-02-2016: http://www.tvi24.iol.pt/acredite-se-quiser/mcdonald-s/mulher-guardou-happy-meal-durante-seis-anos-veja-como-ficou

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Corta mato distrital 2016

Decorreu na passada terça feira, dia 2 de fevereiro, em Monforte o corta mato distrital. A nossa escola esteve presente com uma comitiva de 32 alunos.

Os nossos alunos tiveram uma boa participação, destacando-se a equipa de Iniciados Masculinos, com o 3º lugar. Equipa composta por: Gonçalo Esteves, David Conchinha, João Conchinha, João Junceiro e Manuel Soares.
Fotografia tirada por Rita Macedo

Apesar de não terem obtido medalha, salientamos também os seguintes:
- Equipa de Infantil B Feminino - 4º lugar: Catarina Tomé, Lívia Remédios, Maria Andrade, Maria Magro, Rita Macedo e Sofia Alegria.
- Equipa de Juvenil Masculino - 4º lugar: Alfredo Barroqueiro, Daniel Alberto, Abel Guerra e Ricardo Relvas.
- Individualmente, os discentes que conseguiram posicionar-se entre os 10 primeiros: Beatriz Picado e Sofia Alegria no 8º lugar.

Fotos retiradas da página do Facebook da coordenação regional do Desporto Escolar.



























Para conhecer todas as classificações, aceda aqui.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Resultados Torneio de Basquetebol 3x3

Durante os dias 4 e 11 de novembro realizou-se o torneio de Basquetebol 3x3.

Os alunos participantes, alunos do 2º e 3º ciclo, realizaram jogos de 10 minutos de duração. Os vencedores irão, em dezembro, defrontar os alunos do Ag. de Escola de Marvão.