sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Corta Mato distrital

No próxima segunda feira, dia 2, os alunos em baixo referidos, irão participar no corta mato distrital que se irá realizar em Nisa.

domingo, 14 de dezembro de 2014

5 coisas que você precisa saber sobre a atividade física e o cérebro


Cérebros inteligentes vão querer praticar
Dizer que a atividade física faz bem para a saúde mental já é quase um clichê. Ela combate desde alguns tipos de dores de cabeça relacionadas à tensão muscular até sintomas da depressão. Inúmeras são as conclusões de estudos evidenciando conquistas positivas associadas à prática da atividade física regular. Isso sem contar os benefícios já consagrados, como o controle da hipertensão arterial, o combate ao sedentarismo, a redução das taxas de gorduras e açúcares no sangue, fatores que sabidamente podem levar a doenças vasculares com graves consequências cerebrais. Se não houver contra indicações, a atividade física é, sem sombra de dúvida, um hábito fundamental para o desenvolvimento do cérebro e sua proteção. Confira a seguir cinco informações importantes, levantadas a partir de estudos e fontes de pesquisa confiáveis, sobre os efeitos da atividade física no cérebro. Será que ela é sempre benéfica?
1. Praticar exercícios físicos me deixa mais inteligente?
Sim. Em alguns estudos, descobriu-se que a prática de exercícios produz novos neurônios e aumenta a atividade cerebral. Portanto, sentar-se por horas e horas em uma cadeira, estudando, parece não ser a única receita para ficar “mais inteligente”: o exercício também pode ajudar. As atividades aeróbicas (correr, caminhar, andar de bicicleta, nadar) são eficientes no aumento do fluxo sanguíneo cerebral e na produção das substâncias químicas que regulam o sistema neurotransmissor. Os neurônios existentes se tornam capazes de fazer mais conexões e outros novos nascem (aquela história de que paramos de produzir células neurais na infância não é verdade).
Com a atividade física, novos neurônios surgem especialmente no hipocampo. Ao caminhar ou correr, não melhoramos apenas o funcionamento dos sistemas muscular, respiratório e cardíaco, mas também a cognição, especialmente a memória e a aprendizagem. Essa é a conclusão de pelo menos dois estudos, cujos títulos originais são Aerobic exercise improves hippocampal function and increases BDNF in the serum of young adult males e Exercise Induces Hippocampal BDNF through a PGC-1α/FNDC5 Pathway.
Os especialistas dizem ainda que aproximadamente trinta minutos de caminhada, três vezes por semana, já impacta positivamente na cognição logo no primeiro mês. O cérebro passa a funcionar melhor e fica mais preparado para armazenar informações. Estaria decretado assim o fim da hegemonia intelectual dos nerds, pelo menos aqueles que passam horas e horas sentados à mesa de estudos?
2. Apenas exercícios leves produzem benefícios para o cérebro?
Não. Qualquer tipo de exercício é potencialmente benéfico para o sistema nervoso. Sabe-se que sua prática faz você se sentir mentalmente mais alerta em qualquer idade, mas alguns estudos procuraram identificar se é necessário seguir algum programa de treinamento específico para melhorar a função cognitiva. Nessa linha, uma pesquisa canadense realizada na Universidade de Geriatria de Montreal (UGM), instituição afiliada à Universidade de Montreal, comparou os efeitos de diferentes métodos de treinamento sobre as funções cognitivas de pessoas com idades entre 62-84 anos. Dois grupos receberam um programa de treinamento de força e aeróbico de alta intensidade, enquanto que o terceiro grupo realizou tarefas que visavam atividades motoras brutas (coordenação, equilíbrio, jogos de bola, tarefa locomotiva e flexibilidade).
Enquanto a aeróbica e a musculação foram os únicos exercícios que levaram a melhorias do condicionamento físico geral após 10 semanas, os três grupos apresentaram melhora equivalente do desempenho cognitivo. A notícia é excelente para pessoas sedentárias já que o terceiro grupo realizou atividades que podem ser facilmente conduzidas em casa, sem a necessidade de ter que se matricular em uma academia.
Segundo o autor principal do estudo, o Dr. Nicolas Berryman, por muito tempo acreditou-se que somente o exercício aeróbico poderia melhorar funções executivas. Mais recentemente, a ciência tem mostrado que o treinamento de força também leva a resultados positivos. Isso sugere que atividades estruturadas que visam melhorar as habilidades motoras brutas também podem melhorar as funções cerebrais que declinam à medida em que envelhecemos. Os idosos têm então a oportunidade de melhorar a sua saúde física e cognitiva e novas estratégias para atingir esse objetivo podem agora ser utilizadas.
3. Como o exercício físico previne e trata a depressão?
Durante a prática de exercícios físicos, principalmente os aeróbicos, o cérebro é estimulado a produzir diversos neurotransmissores que podem interferir positivamente nas funções límbicas, ou emocionais, através da atuação do sistema nervoso simpático. O aumento central da serotonina, por exemplo, pode inibir a formação de memórias relacionadas ao medo e atenuar respostas a eventos ameaçadores relacionados aos sintomas da depressão. Alguns remédios antidepressivos, como aqueles que inibem a recaptação de serotonina nas sinapses, proporcionam justamente tal efeito ao aumentar as taxas desta substância no cérebro. Outro neurotransmissor também associado positivamente ao exercício físico é a dopamina, relacionada ao desempenho motor, à motivação locomotora e à modulação emocional.
4. A atividade física diminui a dor?
Em alguns casos, sim. Obviamente que problemas ósseos, articulares e/ou musculares específicos eventualmente requerem repouso e nos impedem de praticar atividades físicas regulares. Entretanto, alguns casos de dor crônica, de dores tensionais relacionadas ao estresse e de transtornos relacionados à percepção dolorosa podem sim ser beneficiados com tais práticas. Pode ser possível literalmente nesses casos exercitarmos a felicidade.
Um fator importante a ser considerado aqui é o estímulo à produção de endorfinas. Quando nos exercitamos, o nosso organismo libera essas substâncias, capazes de interagir com receptores cerebrais e reduzir a percepção dolorosa. De maneira geral, as endorfinas atuam como analgésicos endógenos e também têm propriedades sedativas, sendo produzidas no cérebro, medula e muitas outras partes do organismo. Outros benefícios proporcionados por essa elevação central de endorfinas são o alívio do estresse, o desenvolvimento da autoestima e melhorias na qualidade do sono.
O processo de liberação de endorfinas ocorre aproximadamente 30 minutos após o início da atividade física. De maneira similar à morfina, elas proporcionam uma sensação de bem-estar, por vezes referida como euforia. Pessoas que praticam atividade física com regularidade costumam apresentar, segundo diversas pesquisas, uma visão mais otimista em relação à vida.
5. A prática de exercícios pode trazer alguma desvantagem para o cérebro?
Sim. Toda regra tem sua exceção. Alguns tipos de dores de cabeça – cefaleias – podem ser agravados com a prática de exercícios físicos. Quem já teve alguma crise de enxaqueca sabe do que estamos falando. A dor é intensificada, o que leva a pessoa a preferir ambientes mais escuros e silenciosos.
Outro exemplo de possíveis danos ao cérebro advindos da prática de determinados exercícios físicos foi publicado recentemente por alguns portais tradicionais de notícias. The Telegraph, por exemplo, alerta para o surgimento de uma ‘epidemia silenciosa de demência’ causada pelos microtraumas cerebrais ao longo de anos de esporte de contato praticados por esportistas profissionais, em especial os pugilistas e os jogadores de futebol americano e rúgbi, alvos mais frequentes dos estudos. Mesmo traumas leves cranianos podem aumentar o risco para alguns tipos de demências, especialmente a Encefalopatia Traumática Crônica (ETC).
Portanto, não há dúvidas de que os benefícios cognitivos e afetivos relacionados à prática regular de atividades físicas superam em muito os riscos e as desvantagens. Resta ao praticante buscar uma orientação médica prévia e, se possível, ser acompanhado regularmente por um educador físico.

Autor: Leonardo Faria


quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Corta-mato inter-escolas 2014

No passado dia 19 realizou-se, na zona de banhos da barragem de Póvoa e Meadas, mais um corta-mato inter-escolas com a presença de alunos dos agrupamentos de escolas de Castelo de Vide e de Marvão.

Num dia chuvoso, e apesar das dificuldades causadas pela meteorologia, os alunos participaram de forma ativa e empenhada, dignificando ambas as escolas.

Mais uma vez os nossos alunos conseguiram bons resultados.

 Carregar nas imagens para ampliar.


quarta-feira, 26 de novembro de 2014

A relação entre a obesidade e o cancro

Cerca de meio milhão de novos casos de cancro por ano entre os adultos podem ser atribuídos ao excesso de peso e à obesidade, defende um estudo divulgado pela revista médica especializada «The Lancet Oncology».

O estudo foi desenvolvido pelo Centro Internacional de Investigação sobre o Cancro, que é uma agência da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Uma das suas conclusões é a de que o excesso de peso e a obesidade tornaram-se um dos principais riscos, responsáveis por 3,6% (cerca de 481 mil) dos novos casos de cancro em adultos registados em 2012.

Esta análise apoia-se numa vasta base de dados Globocan, que comporta a incidência e a mortalidade por cancro em 184 países.

Os países considerados ricos são os mais afetados com cerca de dois terços (64%) por estes cancros. Na América do Norte registaram-se 111 mil, ou seja, cerca de um quarto do total.

A África subsariana é a região que menos contribui para este balanço, com 7.300 cancros.

Na Europa é a Europa de Leste que é a zona mais afetada, com 65 mil casos.

O estudo mostra que a relação entre cancro e obesidade afeta mais as mulheres do que os homens, em grande parte devido aos cancros na mucosa do útero e na mama depois da menopausa.

Nos homens, o excesso de peso é responsável por 1,9% (136 mil) dos novos casos aparecidos em 2012 e nas mulheres é de 5,4% (345 mil), numa síntese apresentada pela Lusa.

Segundo a OMS, a obesidade duplicou desde 1980. O peso a mais afeta 1,4 mil milhões de pessoas, com 20 anos ou mais, dos quais mais de 200 milhões de homens e cerca de 300 milhões de mulheres são obesos.

Em 26/11/2014, in: http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/estudo/a-relacao-entre-a-obesidade-e-o-cancro

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Torneio inter-turmas de Basquetebol 3x3

Realizou-se no passado dia 12 o torneio inter-turmas de basquetebol 3x3.
Este torneio serviu também para apuramento das equipas a representar a escola, no evento inter-escolas, a realizar no próximo dia 26 em Santo António das Areias que irá opor as escolas dos Conselhos de Castelo de Vide e Marvão.


domingo, 26 de outubro de 2014

Falta de exercício físico mata tanto quanto o tabaco

A falta de exercício físico é tão perigosa como fumar e é diretamente responsável por uma em cada seis mortes no Reino Unido, alertou um relatório da Public Health England (PHE). Os resultados foram publicados no International Journal of Behavioural Nutrition and Physical Activity.

«Uma falta de exercício físico causa mais danos do que fumar», disse Tam Fry, do National Obesity Forum. O número de mortes devido à inatividade é muito semelhante ao número de mortes atribuídas ao tabagismo, chegando aos 85 mil em Inglaterra e no País de Gales.

Os funcionários da Saúde Pública de Inglaterra advertiram que os estilos de vida sedentários fazem com que as pessoas se exponham a doenças cada vez mais cedo na vida.

Essa falta de exercício não está apenas a causar obesidade, sendo diretamente responsável por várias doenças, como queixas musculares e de articulações, depressão, doenças do coração, tensão alta, demência, dois tipos de diabetes e AVC’s.

Os resultados do relatório chegaram à conclusão de que a população do Reino Unido é agora 20 por cento menos ativa do que era na década de 1960, com metade das mulheres e um terço dos homens a prejudicarem a sua saúde devido à falta de atividade física. Se a tendência continuar, a percentagem chegará aos 35 por cento em 2030.

As autoridades dizem que, se as pessoas não realizarem mudanças na forma como vivem, o Reino Unido pode entrar em colapso com o peso económico das doenças causadas pela obesidade, álcool e tabagismo.

Os resultados demonstram que 63 por cento da população do Reino Unido não faz a quantidade de exercício recomendada, de duas horas e meia por semana. Já na Holanda essa percentagem é de apenas 18 por cento, na Alemanha é de 28 por cento, 33 por cento na França e 41 por cento nos EUA.

O relatório da Saúde Pública culpa o estilo de vida típico no Reino Unido, os empregos de escritório que obrigam as pessoas a gastarem várias horas gastas sentadas, o tempo consumido em viagens de carro e a preferência em ver televisão ou jogar jogos de computador em vez de passar tempo ao ar livre.

O relatório também mostrou que os níveis de atividade eram 15 a 20 por cento superiores em dias de verão, quando o sol se põe depois das nove da noite, do que eram no inverno, quando fica de noite antes das cinco da tarde.

«A inatividade física é um dos principais colaboradores para o aumento dos níveis de obesidade, diabetes e demência. Os nossos estilos de vida modernos aumentam o problema, mesmo aqueles que já fazem exercício físico regularmente correm o risco da sua saúde piorar por passarem longos períodos sentados», afirmou o professor Kevin Fenton, diretor-executivo da Public Health England, agência responsável pela luta contra a obesidade.

«Precisamos de tornar a atividade física uma escolha mais fácil, acessível e natural para todos, como se fosse uma cura milagrosa. Os ambientes de vida e de trabalho mudaram ao longo das últimas quatro décadas e tudo nos conduz à inatividade», acrescentou.

«A inatividade física é um problema de saúde pública. Tanto as pessoas novas como as mais velhas precisam de se mexer mais. Temos de mudar esta cultura do sofá e colocar o exercício físico no centro da rotina diária», afirmou Mike Hobday, diretor de políticas na British Hear Foundation.

«Independentemente da idade, a atividade é essencial para se ter uma boa saúde. O aumento da atividade física é uma prioridade do Governo», anunciou Jane Ellison, ministra da Saúde Pública.

Foi feito um apelo para as pessoas alterarem as suas rotinas, indo às compras de bicicleta, praticando jardinagem ao fim-de-semana ou utilizarem as escadas em vez do elevador. Esta semana, o chefe da NHS Simon Stevens apelou também para as empresas oferecerem prémios e vales para quem perder peso e se mantiver ativo.


In: http://www.tvi24.iol.pt/internacional/reino-unido/falta-de-exercicio-fisico-mata-tanto-quanto-o-tabaco (em 26/10/2014)

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Sessões de KARATE-DO no Agrupamento

Com início já no dia 15/10/2014, a Escola Silvina Candeias virá ao agrupamento divulgar este desporto aos alunos do 2º e 3º ciclos.
Inscrições junto do professor de Educação Física ou no local indicado.