quinta-feira, 2 de junho de 2016

Orientação 2016

Incluído na Semana da Escola 2016 o grupo de Educação Física vai organizar uma prova de orientação para os alunos do 5º ao 8º anos, no dia 7 de junho, a partir das 9h30.


Athletic Kids CV - 2016

Na próxima semana, no âmbito da semana da escola 2016, o grupo de Educação Física, em estreita colaboração com o Gabinete de Desporto do Município, vai organizar uma atividade de Atletismo para todos os alunos do pré escolar do Conselho, contando com a colaboração da Associação Desportiva de Castelo de Vide e da CLDS de 3ª Geração de Castelo de Vide.

A atividade vai decorrer na Praça D. Pedro V, a partir das 9h30.


quinta-feira, 12 de maio de 2016

Campeonatos Regionais do Desporto Escolar

Nos dias 06, 07 e 08 de maio de 2016 realizaram-se os Campeonatos Regionais do Desporto Escolar. Estiveram presentes as escolas representantes das regiões do Alto Alentejo, Alentejo Central e Baixo Alentejo.
O nosso Agrupamento esteve presente nas modalidades de Natação e de Ténis de Mesa com uma comitiva de 8 alunos, a saber:
- David Conchinha, Ténis de Mesa, Juíz/ Árbitro;
- Rodrigo Carlos, Ténis de Mesa, iniciado;
- Constantin Ryaboy, Ténis de Mesa e Natação, iniciado;
- Leonor Chenrim, Natação, Juíz/ Árbitro;
- Martim Oliveira, Natação, iniciado;
- Guilherme Massena, Natação, juvenil;
- Mafalda Gargaté, Natação, juvenil;
- Mariana Gargaté, Natação, juvenil.

Os alunos demonstraram uma atitude de esforço e de superação obtendo, assim, bons resultados. Conquistaram nove medalhas para o nosso Agrupamento.
No pódio estiveram:
100m Costas INIC MASC
2º Martim Oliveira
3º Constantin Ryaboy

100m Estilos INIC MASC
1º Martim Oliveira

100m Costas JUV MASC
4º Guilherme Massena

100m Estilos JUV MASC
3º Guilherme Massena

200m Livres JUV FEM
1º Mafalda Gargaté

200m Estilos JUV FEM
1º Mariana Gargaté

100m Estilos JUV FEM
1º Mariana Gargaté

100m Bruços JUV FEM
3º Mariana Gargaté

Estão de parabéns o aluno Guilherme Massena e as alunas Mariana Gargaté, Mafalda Gargaté que conseguiram, pelo segundo ano consecutivo, o apuramento para a fase nacional. Assim, irão representar o nosso Agrupamento, o nosso Concelho e o Alentejo nos Campeonatos Nacionais do Desporto Escolar que se irão realizar em Aveiro, nos dias 18,19, 20 e 21 de maio de 2016.


quinta-feira, 28 de abril de 2016

Campeonato Distrital de Ténis de Mesa

O campeonato distrital de Ténis de Mesa do Desporto Escolar decorreu no dia de ontem (27 de abril) em Sousel nossa escola participou com uma comitiva de 7 alunos:

- David Conchinha. Juíz e participação em equipa - iniciado.
- Rodrigo Carlos. Participação individual e em equipa - iniciado.
- Constantin Ryaboy. Participação individual e em equipa - iniciado.
- Igor Barroqueiro. Participação individual - infantil B.
- Vladimir Kosubash. Participação individual - infantil B.
- Pedro Janeiro. Participação individual - infantil B.
- Francisco Gavetanho. Participação individual - infantil B.

Os alunos estiveram em plano de destaque conseguindo, quase todos passar à fase eliminatória, destacando-se a equipa dos iniciados que obtiveram o segundo lugar.

Os alunos Rodrigo Carlos, Constantin Ryaboy e David Conchinha conseguiram o apuramento para os Campeonatos Regionais que se realizarão nos próximos dias 6, 7 e 8 de maio em Évora.






segunda-feira, 11 de abril de 2016

Obesidade matou 210 pessoas em 2013

A obesidade e outras formas de hiperalimentação foram responsáveis pela morte de 210 pessoas em 2013 e, no mesmo ano, 71 pessoas morreram devido a desnutrição e outras deficiências nutricionais, revelam dados da Direção Geral da Saúde (DGS).

De acordo com o relatório “Portugal – Alimentação Saudável em Números 2015”, que é apresentado esta quinta-feira em Lisboa, registou-se um “forte crescimento do número de utentes com registo de obesidade e excesso de peso (embora desigual por região) que poderá ser devido a diferentes fatores, entre eles uma maior atenção dos profissionais de saúde a este fenómeno”.

O documento indica que, em 2014, existiam 620.769 utentes com registo de obesidade. No mesmo ano, eram 497.167 os utentes com registo de excesso de peso.

De acordo com a Direção Geral da Saúde (DGS), “a questão das desigualdades sociais e o seu impacto no acesso e consumo adequado de alimentos e consequentemente no estado de saúde dos indivíduos parece assumir uma importância ainda maior no atual contexto de crise económica que se faz sentir na Europa e em particular em Portugal”.

“É de esperar que a atual situação de instabilidade económica, caracterizada pelas elevadas taxas de desemprego, aumentos consideráveis ao nível da carga fiscal com impacto também no que se refere ao preço dos alimentos e a redução de salários e dos apoios sociais prestados pelo Estado, tenha um impacto considerável nos índices de pobreza e desigualdades sociais em Portugal”, lê-se no sumário da publicação.

O mesmo relatório refere que “Portugal mantém-se como um dos países europeus com maior desigualdade na distribuição de rendimento e taxas mais elevadas de risco de pobreza monetária, tendo nas últimas décadas a taxa de pobreza mantido um nível elevado e relativamente estável”.

“É expectável que um período marcado por crescentes desigualdades na distribuição de rendimento e por elevadas taxas de pobreza tenha um significativo impacto no consumo alimentar e estado de saúde da população portuguesa, podendo estar comprometida a garantia da segurança alimentar (food security) para um número elevado de agregados familiares portugueses, isto é, a garantia do acesso a alimentos em quantidade suficientes, seguros e nutricionalmente adequados”, prossegue o documento.

Os autores do documento consideram que, tendo em conta que “a obesidade e outras doenças crónicas, como as doenças cardiovasculares, cancro ou diabetes estão claramente dependentes de uma alimentação saudável”, o “ investimento na prevenção e promoção de hábitos alimentares saudáveis é decisivo quando mais de 50% dos adultos Portugueses sofre de excesso de peso”.

“A promoção de hábitos alimentares saudáveis exige trabalho concertado com outros setores a médio prazo. Os serviços de saúde necessitam de se preparar melhor para lidar de forma integrada com outros setores da sociedade na prevenção da pandemia da obesidade e na promoção de hábitos alimentares saudáveis”, lê-se nas recomendações que constam do relatório.

A DGS sublinha que “a alimentação de má qualidade afeta com maior intensidade crianças, idosos e os grupos socioeconomicamente mais vulneráveis da nossa população, aumentando as desigualdades em saúde. O investimento na promoção de hábitos alimentares deverá permitir reduzir desigualdades em saúde”.

No entanto, este organismo refere que “a estabilização do crescimento da obesidade e do aumento do peso corporal, medido através do Índice de Massa Corporal, registado pelas crianças portuguesas nos últimos quatro anos é um dos marcos assinalados pelo relatório”.

“Ainda assim, a proporção de crianças com excesso de peso em Portugal, acima da média europeia, e a sua relação com as desigualdades sociais, mantêm-se no topo das preocupações do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável”, indica a DGS.

Entre os vários dados que constam do documento, a DGS destaca o facto de “os hábitos alimentares inadequados dos portugueses constituírem o primeiro fator de risco de perda de anos de vida”.

“Estudos internacionais apontam a má alimentação como responsável por 11,96% do total de anos de vida prematuramente perdidos pelas mulheres portuguesas, percentagem que sobe para 15,27% no sexo masculino. A obesidade e outras doenças crónicas, como as doenças cardiovasculares, cancro ou diabetes estão claramente dependentes de uma alimentação saudável”, lê-se no sumário da publicação.

In, em 11/04/2016: http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/relatorio/obesidade-matou-210-pessoas-em-2013

Obesidade no mundo "mais do que duplicou" nos últimos 40 anos

Um estudo sobre obesidade envolvendo 20 milhões de adultos de 186 países concluiu que nos últimos 40 anos a obesidade entre os homens triplicou e que nas mulheres mais do que duplicou.

A investigação, acabada de publicar na revista The Lancet, revela que entre 1975 e 2014 a obesidade entre os homens triplicou (de cerca de 3%, em 1975, para quase 11%, em 2014) e que nas mulheres mais do que duplicou (de mais de 6% para perto de 15%), anunciou hoje a Universidade de Coimbra (UC).

Conduzida pelo Imperial College London, a pesquisa, que contou com a colaboração da investigadora Cristina Padez, do Centro de Investigação em Antropologia da Saúde (CIAS), da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC, “envolveu perto de 20 milhões de adultos de 186 países”.

Os dados relativos a Portugal são “compostos por uma amostra de mais de 820 mil jovens adultos de todo o país, com idades compreendidas entre os 18 e 20 anos, de vários estratos sociais, que participaram nas inspeções militares, no período 1985-2000”, refere a especialista do CIAS, citada pela UC numa nota hoje divulgada.

Mais de um em cada dez homens e uma em cada sete mulheres, em todo o mundo, estão agora obesos”, concluiu o estudo.

Em quatro décadas, a obesidade entre os homens triplicou, de 3,2% em 1975 para 10,8% em 2014” e “nas mulheres, mais do que duplicou, passando de 6,4% em 1975 para 14,9% em 2014”.

Isto é, em 2014, “266 milhões de homens e 375 milhões de mulheres em todo o mundo eram obesos, significando também que a população mundial tornou-se mais pesada em cerca de 1,5 quilogramas em cada década subsequente desde 1975”, explicita a UC.

Além disso, 2,3% dos homens e 5% de mulheres de todo o mundo têm a “classificação de obesidade grave, colocando-os em risco acrescido para o desenvolvimento de doenças como diabetes, doenças cardiovasculares e vários tipos de cancro”.

O estudo, que envolveu a Organização Mundial de Saúde (OMS), previu igualmente as tendências globais de evolução da obesidade, indicando que, em 2025, 18% dos homens e 21% das mulheres sofrerão de obesidade, acrescenta a UC.

A pesquisa “mostra um cenário tremendamente assustador, indicando que vai ser praticamente impossível atingir a meta global estabelecida pela OMS no sentido de até 2025 estabilizar os valores da obesidade nos níveis de 2010”, salienta Cristina Padez.

Tem de haver uma política global de combate à obesidade por parte dos governos e não centrada apenas nos indivíduos”, adverte a investigadora.

A obesidade é “um dos grandes fatores de risco para um conjunto vasto de patologias, com custos sociais e económicos brutais para os países”, observa a especialista da UC em obesidade.


In, em 11/04/2016: http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/investigacao/obesidade-no-mundo-mais-do-que-duplicou-nos-ultimos-40-anos